quarta-feira, 23 de março de 2011

Parque Nacional

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Rio Arado

É a mais antiga área protegida portuguesa e a única classificada como Parque Nacional pela União Internacional de Conservação da Natureza e e foi declarado uma das 7 Maravilhas Naturais de Portugal, na categoria de Zonas Protegidas.

Enorme, imponente e de uma beleza sem igual, o Parque Nacional da Peneda Gerês cobre uma área de 72 mil hectares, os quais englobam as serras do Gerês, Soajo, Amarela e Peneda e os planaltos da Mourela e de Castro Laboreiro. É atravessado por três grandes rios: Lima, desde a barragem do Lindoso até Entre-Ambos-os-Rios; Homem, represado em Vilarinho das Furnas por uma barragem que implicou a submersão da aldeia homónima; e Cávado, cortado por três barragens: Paradela, Venda Nova e Caniçada.

É uma das maiores atracções naturais de Portugal, não só pela rara e impressionante beleza paisagística - por entre serras, planaltos, vales, barragens e cascatas -, como pela variedade de fauna, com destaque para o carvalho, o medronheiro, o azevinho ou o pinheiro e diversas espécies de arbustos, como urzes e giestas. Num local como este, onde a floresta é compacta e água abunda, também a fauna é motivo de destaque, em particular o javali, o garrano, o veado, o texugo, a lontra, a marta, o esquilo, o corço, a águia-real, o falcão, a víbora negra, entre tantos outros.

Zona de tradições e costumes, é habitada desde o período neolítico. Aqui pode encontrar pequenas aldeias que, de forma sábia e através de um espírito comunitário muito próprio, combateram o passar do tempo. Em muitos locais é ainda possível observar vestígios de tempos distantes, como os Dólmenes de Castro Laboreiro, o conjunto dos Espigueiros do Soajo ou o Castelo do Lindoso, do século XIII.

A não perder!

Cascata em Pitões das Júnias
É no final da pitoresca aldeia de Pitões das Júnias que pode encontrar esta cascata de extrema beleza, uma das muitas da região do Barroso. Da Ribeira de Pitões provêm as águas majestosas que desaguam num bonito lago, delimitado por afloramentos graníticos. Mesmo ali ao lado encontra um carismático centenário Carvalho onde, de acordo com a lenda local, habita um duende.

Lindoso
Esta aldeia minhota, situada em Ponte da Barca, faz fronteira com Espanha, estendendo-se pela Serra Amarela e pela Serra do Cabril, na margem esquerda do Rio Lima. Composta por típicas casas antigas de granito, foi, desde os inícios da nacionalidade Portuguesa, um importante bastião de defesa nacional, facto histórico bem presente no seu imponente Castelo. Outro dos mais importantes monumentos e marcos culturais de Lindoso é o Largo dos Espigueiros. Não deixe de visitar também a Barragem do Alto Lindoso e a de Touvedo, através das quais pode observar maravilhosas paisagens, e a localidade de Cidadelhe.

Miradouro Pedra Bela
Localizado a cerca de 800 metros de altitude, em Terras de Bouro, é um dos locais mais famosos do Gerês, uma vez que através dele se pode vislumbrar uma paisagem de cortar a respiração, como montanhas, a albufeira da Caniçada, os rios que serpenteiam a serra, a confluência do Rio Cávado com o rio Caldo, a vegetação própria da serra ou a estonteante Portela do Homem. Segundo os mais antigos, a Pedra Bela, perfeita e imponente, foi ali colocada pela mão divina.

Cascata do Arado
É também em Terras de Bouro, em pleno coração do Parque Nacional da Peneda-Gerês, que pode contemplar a Cascata do Arado. Autêntica maravilha da natureza, está situada a uma altitude de cerca de 900 metros, criando uma sucessão de cascatas únicas que terminam num lago de águas cristalinas nas proximidades da aldeia da Ermida. O acesso é feito por uma estrada florestal rodeada de vegetação e de uma escadaria que sobe até ao lago sobranceiro às quedas.

Soajo
Esta vila de povoação milenar, situada numa zona montanhosa de grande beleza, predominantemente rural, é caracterizada pelas suas ruas pavimentadas com lajes de granito, pelas casas construídas com blocos de pedra e por uma natureza quase imaculada. Não perca o conjunto de 24 espigueiros, todos em pedra e assentes num afloramento de granito, datando o mais antigo data de 1782, o largo onde se situa o Pelourinho ou a Capela.

Porta da horta

Janela da Natureza

São Bento da Porta Aberta

"Perdoai, ó S. Bentinho
Que nós vamos p'rá Abadia
Para o ano, cá tornamos
Quando for o vosso dia"

"S. Bento, meu S. Bentinho,
Sarai-me a perna quebrada
Que para além do Formigueiro
Eu tenho de ir de Jornada."

segunda-feira, 21 de março de 2011

quinta-feira, 17 de março de 2011

Ruralidades (Brufe)

Dia de Festa

Universidade do Minho testa medidas na Serra do Gerês



O Núcleo de Investigação de Geografia e Planeamento (NIGP), o Departamento de Geografia da UM e o Centro de Estudos em Geografia e Ordenamento do Território (CEGOT) co-organizam o meeting científico, que na abordagem àquela problemática aponta algumas das medidas que se podem e devem adoptar depois dos incêndios florestais, no sentido de evitar que seja necessário esperar 40, 50 ou até 100 anos para voltarmos a ter um solo fértil ou arborizado.
«0 nosso objectivo é não deixar que isso aconteça», apontou aquele responsável, defendendo que devem ser tomadas medidas imediatas para impedir que os nutrientes sejam lavados. As medidas são imensas, das mais simples às mais complicadas. Porém, «por vezes, bastam coisas tão simples como espalhar palha no terreno ardido», ilustra Bento Gonçalves.



De resto, a Universidade do Minho tem em curso um projecto na Serra do Gerês - fortemente afectada pelo fogo em 2010 - para determinar qual a quantidade de palha que imprime uma verdadeira protecção aos solos ardidos. Mas «espalhar palha numa área ardida reduz substancialmente a erosão física e a erosão química». Paralelamente, no âmbito dos mesmo estudo no Gerês, os especialistas estão a recorrer à caruma, às agulhas dos pinhais envolventes que não foram queimados, espalhando o elemento existente no ecossistema para imprimir mais protecção aos solos.
A Universidade do Minho foi escolhida para ser palco da terceira edição do International Meeting of Fire Effects on Soil Properties, a decorrer no campus de Azurém, em Guimarães. A iniciativa, que assenta essencialmente nos efeitos dos incêndios florestais nas propriedades dos solos, prevê cinco palestras e a apresentação de mais de 60 comunicações orais e em posters, cujos temas centrais são a floresta e o solo, dois dos recursos naturais mais ameaçados no país. A conquista da realização do meeting internacional, que já teve edições em Espanha e na Turquia, «acima de tudo é um reconhecimento para o trabalho desenvolvido pela Universidade do Minho e também muito bom para o Departamento de Geografia e o NIGP, além de constituir um reconhecimento para os investigadores da UM», considerou António Bento Gonçalves.
No âmbito do programa do evento, no dia 18, será prestada, às 14h30, no auditório nobre do campus, uma homenagem a Maria Sala, professora catedrática aposentada da Universidade de Barcelona, em reconhecimento do seu trabalho na área da Geografia, em particular no âmbito da erosão e degradação dos solos.
Paralelamente, realiza-se esta quarta-feira, dia 16, o workshop do projecto "Fuegored'; que visa promover a constituição de uma rede nacional de técnicos e investigadores no âmbito dos incêndios florestais em Portugal.

Aquelas janelas

Luz

Sucata no Parque

segunda-feira, 14 de março de 2011

Criação

Nevoa

Sino

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Pelos caminhos escondidos do Gerês

Passeio Oficina Natureza3 AIP Pelos caminhos escondidos do Gerês
O Santuário de Nossa Senhora da Peneda, em Arcos de Valdevez. Foto: AIP
Acha que conhece o Gerês porque já esteve no São Bento da Porta Aberta e até veio de lá com a mala atafulhada de saquinhos de chás de plantas colhidas no Parque? Ui… Venha daí, que a Praça abre-lhe as portas do verdadeiro Parque Nacional da Peneda-Gerês.
Num dia de sol, à boleia da empresa Oficina da Natureza, seguimos de carro até ao Santuário de Nossa Senhora da Peneda, em Arcos de Valdevez. Daqui, da freguesia de Gavieira – território de pasto do Soajo –, tomamos (pergunte no Hotel da Peneda ou a algum taxista – aproveite e combine com o senhor para o apanhar no fim do percurso) a antiga estrada medieval que ligava os Montes Laboreiro e o Vale do Lima.
Começamos a caminhar junto ao rio da Peneda e vamos acompanha-lo durante algum tempo. Há muitos anos atrás, pisaram esta calçada monges dos mosteiros cisterciences de Fiães e Ermelo. Por aqui passaram abades, pastores, romeiros, mensageiros… e, agora, caminheiros.
Passeio Oficina Natureza4 AIP Pelos caminhos escondidos do Gerês
Uma antiga casa dos guardas florestais foi transformada para o turismo. Foto: AIP
O percurso que nos leva a Lamas de Mouro tem com cerca de 11,5 quilómetros. Nele, estão identificados e descritos mais de 20 pontos de interesse, de valor natural, cultural, geológico e paisagístico. Os carvalhos e os vidoeiros dominam a vegetação. Nos terrenos, vemos vacas de raça cachena – ou cabreira, uma raça autóctone – e barrosã.
Nesta altura, pode encontrar troços com poças de água e até enlameados, como nós encontramos, por isso, para além de adequado, o ideal é que o seu calçado seja impermeável.
Enquanto a caminhada é mais enérgica, fomos abrindo o corta-vento. Seguindo o conselho dos caminheiros mais experientes, quando parávamos para descansar e para petiscar – graças a eles, havia quadradinhos de chocolate e frutos secos, para repor as energias –, voltávamos a agasalhar-nos.
Seguimos caminho sempre pelo caminho medieval – se prestar atenção, vai ver as marcas dos carros de bois nas pedras –, até cruzar a Estrada Municipal 530.
Da paisagem de urze e pedra, entramos no bosque, onde impera o pinheiro silvestre (que deixa cair aquelas pinhas miniatura no chão), o carvalho e outras árvores.
Passeio Oficina Natureza5 AIP Pelos caminhos escondidos do Gerês
As Porta de Lamas de Mouro, em Melgaço. Foto: AIP
Passamos por duas rochas que se assemelham a uma côdea de broa e à cabeça de um lagarto – é assim que os locais e os guias as conhecem.
O percurso faz-se, agora, em grande parte, paralelo ao Rio Mouro. Afastamos-nos por alguns minutos do curso de água mas logo voltamos a ele. Pelo caminho, vimos duas antigas casas dos guardas florestais. Uma delas foi recuperada e é alugada pelo Parque Nacional Peneda-Gerês (PNPG) a turistas. A outra está entregue ao vento, à chuva e aos animais.
Junto ao rio, domina o bucólico vidoal.
Chegando às Portas de Lamas de Mouro – uma das entradas do Parque, já no concelho de Melgaço –, parámos para almoçar (piquenique, claro!), seguindo depois (e aqui, note-se, já tinhamos feito os 11,5 quilómetros), subimos a montanha que aparece por detrás Centro Interpretativo do PNPG, em direcção a Castro Laboreiro.
Passeio Oficina Natureza2 AIP Pelos caminhos escondidos do Gerês
As mariolas (montinhos de pedras feitos pelos caminhantes) mostram o caminho. Foto: AIP
Esta é a parte selvagem do percurso e vêm aí mais uns 7 quilómetros. Até aqui, estivemos a caminhar no complexo montanhoso Soajo-Peneda. Agora, entramos nos Montes Laboreiro. Aqui, o caminho está escondido pela vegetação.Um truque é seguir as mariolas, montinhos de pedras que os caminheiros que passaram por aqui antes de nós fizeram para nos guiar! Mentira, um truque é contratar ajuda. Sem um guia, nesta parte do passeio, o mais provável é perder-se. Pode contactar a Oficina da Natureza ou a Associação Regional de Desenvolvimento do Alto Lima (ARDAL).
Esta parte é mais agreste, menos tocada, mais bonita. Se prestar atenção e, mais uma vez, souber o que procura/levar guia, conseguirá ver pegadas de cavalos selvagens, lobos e corsas.

                                                                                                  

quinta-feira, 10 de março de 2011

Gerês

Compromisso da esperança

Foi assinado ontem um compromisso de honra e de progresso que assenta nas potencialidades do Gerês e pretende fazer desta terra uma ponte de desenvolvimento e destino de excelência nacional e internacional, sob a liderança da Associação Comercial de Braga e Câmara Municipal de Terras de Bouro.

O salão nobre da Câmara Municipal de Terras de Bouro pode ter acolhido ontem um acontecimento histórico para o progresso daquela terra, o lançamento do “Aponte para o Gerês” e a assinatura do “Compromisso da Esperança” por várias entidades, desde a Turel, ADERE-Minho, Unidade de Acompanhamento do Alto Cávado, Model Stand e Ideia Cinco.
O programa começou a ser elaborado após a tragédia dos incêndios no Verão que causou profundos prejuízos à economia de Terras de Bouro.

Se um por cento das empresas...

Convidar as 700 mil empresas e organizações a fazer uma reunião no Geres é uma das primeiras medidas propostas pelo programa elaborado pela Associação Comercial de Braga. Se apenas um por cento das empresas e organizações portuguesas aceitarem este desafio, para seminários, reuniões de administração e outras, teremos cerca de cem mil pessoas no Gerês, num ano, e 35 milhões de euros gastos no Gerês em dois anos, o que equivale a sete orçamentos municipais anuais — revelou Abílio Vilaça.

O Director-Geral da Associa-ção Comercial, depois da apresentação de um estudo sobre as fragilidades e potencialidades rio de Terras de Bouro, elencou um conjunto de projectos a desenvolver no âmbito do programa.
Um é a criação de um viveiro e centro de experimentação de empresas em Balança, num pavilhão municipal abandonado há dez anos que será requalificado para acolher onze alvéolos empresariais e trazer para este concelho o sucesso de Vila Verde e de Amares.

Este pavilhão, em Balança, face à estrada nacional, pode acolher onze incubadoras de pequenas empresas, bem como espaço de exposições e venda, sa-las de reuniões, sala de espera e gabinete de administração, segundo um projecto elaborado pela Associação Comercial que a Câmara de Terras de Bouro aceitou de imediato.

Convidar as grandes organizações ecológicas (Quercus e Green Peace) a fazerem seminários e estudos no “Santuário Ecológico” que é o Gerês é outro dos desafios de “Aponte para o Gerês”, bem como um livro e conferência internacional em Lisboa, em Outubro deste ano, com cerca de trinta personalidades do Norte de Portugal e da Galiza, para os quais já foram convidados Pedro Arroja e Fernando Ignacio Laxe, ex-presidente da Junta da Galiza.

A criação de um grupo de Embaixadores do Gerês, entre personalidades mediáticas portuguesas, bem como o lançamento da Feira Termaliaqua, em 2012, sobre natureza, turismo, termalismo e saúde, contam-se entre os projectos em desenvolvimento. O projecto “Aponte para o Gerês” já está no Facebook de modo a ultrapassar as fronteiras.

    Autor: Costa Guimarães (Correi do Minho)

sábado, 5 de março de 2011

Gerês Tourism

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Mau restauro...

Escapadela

Em perfeita harmonia com a natureza, o Gerês é um destino de tranquilidade e paz por excelência. Tudo conspira a seu favor para que tenha dias muito especiais. Quer comemore alguma data especial, quer queira apenas mimar a sua cara-metade, este é o destino certo para relaxar e se dedicar ao romance!
O Gerês situa-se no extremo nordeste do Minho, fazendo fronteira com a Galiza, abrangendo os distritos de Braga, Viana do Castelo e Vila Real, numa área total de cerca de 72 000 hectares.
Na sua viajem observe o património arquitectónico desta região. Este património resulta da necessidade das populações rurais que, em diferentes épocas, nos deixaram a sua arte. Salientamos os moinhos de água, as fontes, as pequenas pontes que permitiam atravessar ribeiros e afluentes e os espigueiros.
Existem conjuntos de espigueiros que deslumbram o visitante. Feitos na sua maioria de granito e madeira estas estruturas arquitectónicas servem ainda hoje para o armazenamento das espigas de milho e outros cereais. Não só facilitam a secagem como permitem que os cereais estejam protegidos dos roedores. Actualmente os espigueiros têm um valor artístico reconhecido.
Falar no Gerês e não mencionar o nosso Parque Nacional seria imperdoável. Esta foi a primeira área protegida a ser criada em Portugal. Percorrido pelos rios Minho, Lima, Cavado e Homem o Parque faz parte do maciço granito da Peneda, Amarela e do Gerês, abrangendo os concelhos de Arcos de Valdevez, Melgaço, Montalegre, Ponte da Barca e Terras de Bouro.
O trabalho feito neste Parque ajuda a conservar e valorizar os costumes, valores e tradições de outrora. Aqui a actividade humana está integrada de forma harmoniosa com a natureza. Exemplo disso são as aldeias de Lindoso ou Soajo.
A vegetação, o correr das águas, as pequenas cascatas, as barragens, com destaque para a da Caniçada, a fauna, a flora… Tudo isto torna a paisagem única e deslumbrante.
Observe os garranos, cavalos de pequeno porte e selvagens que correm pelos montes, as águias douradas, os cães de Castro Laboreiro, o corço (símbolo do Parque), os magníficos e imponentes bovinos da raça barrosã, os rebanhos…
SUGESTÕES
Cascata da Portela do Homem: Esta cascata situa-se junto à ponte de São Miguel e não é muito elevada, porém, o seu entorno é magnífico.
A profundidade máxima da lagoa é de aproximadamente 4 m e a sua água é límpida, mas muito fria.
Parque Nacional da Peneda-Gerês: Criado em 1971, o parque é composto por uma área virgem de mais de 700 km², repleta de nascentes, cascatas e barragens, envolvidas por uma paisagem verdejante e única, cujo emblema principal são os espigueiros.
O parque engloba várias aldeias típicas, as quais ainda conservam as suas tradições ancestrais.
Termas do Gerês: Estas termas foram originalmente exploradas pelos romanos, como provam as moedas encontradas junto às nascentes.
As mais importantes nascentes termais são a Fonte da Bica e a Fonte Forte, dotadas de águas extremamente quentes. A época termal compreende o período de 15 de Maio a 15 de Outubro.
Gastronomia
Nesta região é a carne que dita os sabores. Comecemos pelo caldo verde, com rodelas de chouriço e broa de milho. É o ideal antes de uma refeição ou para a ceia. Não deixe de provar o sarrabulho e os rojões, os pratos de cabrito e a caldeirada de “Cabra Nova” do Gerês. Os enchidos e o presunto de Castro Laboreiro são excelentes entradas.